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Fé Alvinegra Guerreiros Fiéis

Guerreiros Fiéis.

01 . 09 . 1910

A Fé que une todos os povos

A fé que une todos os povos.

A metáfora do máquina que cuida de outra máquina se encaixa perfeitamente dentro do Centro de Treinamento do Corinthians.

Um batalhão multidisciplinar de profissionais corinthianos concentrados no bem-estar e desempenho de uma equipe amada por milhões.

Guerreiro Fiel Hailton dos Santos

Hailton dos Santos

Hailton dos Santos

Hailton dos Santos Cunha, de 68 anos, narrou um pouco de sua contribuição, ainda em andamento, para o Corinthians. Responsável por obras, pela parte elétrica, pelo paisagismo, maquinário, manutenção e adaptações do Centro de Treinamento do time, Hailton testemunhou muito da história da equipe e é grande parceiro do Manteiga, o cãozinho cego de um olho, o mascote do local.

Suor, dedicação e responsabilidade corre no sangue e nas veias deste senhor corinthiano, que faz do possível ao impossível para deixar o CT em perfeito estado de manutenção pronto para os jogadores atingirem uma performance de alto nível. Foi em 1994 que Hailton começou como supervisor do CT, então localizado no Itaquera. Ao longo dos anos tornou-se um coadjuvante-protagonista porque sua paixão preta e branca e a Fé Alvinegra no peito fez com que sua presença fosse essencial para a comissão técnica e os jogadores se destacarem.

Hailton dos Santos, administrador do CT Joaquim Grava

“Como corinthiano, manter o campo
impecável para auxiliar os jogadores
a obterem excelente performance
nos treinos e na arena,
é uma missão sagrada.”

(Hailton dos Santos, administrador do CT Joaquim Grava)

Guerreiro Fiel José Carlos Messias

José Carlos Messias

13 . 10 . 1977

Com 68 anos, José Carlos Messias há quase duas décadas compõem a linha de frente da equipe, mas fora dos campos. Este senhor conduz os jogadores até as arenas para que os resultados sejam obtidos. A emoção é constante quando o motorista coloca as mãos no volante.

Guiando o busão corinthiano, Messias vive entre escoltas, torcidas rivais, torcedores e segura a bronca em viagens até as partidas onde outras batalhas serão travadas. De certa maneira, José Carlos sente cada impacto no ônibus seja entre tapas na lataria e xingamentos ou beijos e veneração coletiva.

“Pode parecer que não, mas manejo um ídolo.
Quando o ônibus para, muitas vezes os
torcedores se curvam e agradecem o veículo.
Ter a oportunidade de observar essa devoção,
tanto em momentos de tristeza quando
de alegria, é impagável”

(Messi, motorista do Corinthians)

Guerreiros Fiéis Alex Dias e Caio Sampaio

Alex Dias
Caio Sampaio

Alex Dias
Caio Sampaio

Alexandro Dias, 39 anos, enfermeiro, e Caio Sampaio, 41 anos, fisioterapeuta, podem ser equiparados a mecânicos da engenharia orgânica corintiana que entra em campo em prol de vitórias.

No processo de idas e vindas de tantos atletas, Alex presenciou diversas operações, lesões e desistências. Notou como a pressão gerada pela paixão muitas vezes força não apenas o corpo, mas o lado emocional dos jogadores.

Alex Dias, enfermeiro do Corinthians

“Pela dor ou pelo amor, nosso trabalho não
é só da recuperação, lidamos com a prevenção.
O ideal é a cobrança incentivadora.”

(Alex Dias, enfermeiro do Corinthians)

Alinhar, lubrificar, revisar, trocar peças... jogadores têm famílias, são seres humanos normais que muitas vezes são vistos como máquinas. Porém, não há como negar que a Fé Alvinegra, a mesma que cobra resultados, é o combustível que recarrega os atletas de motivação para vencer qualquer guerra dentro e fora do campo.

Guerreiros Fiéis Mauri Lima e Cássio

Mauri Lima
Cássio

Mauri Lima
Cássio

Em janeiro de 2008, quando o preparador de goleiros Mauri Lima, 52 anos, recebeu o convite para trabalhar no Corinthians, o contexto não era exatamente favorável. O Timão havia sido rebaixado para a série B e o glamour da liga principal era um passado recente e amargo.

Muitos veriam a chance de assumir a tarefa de treinar goleiros em tais circunstâncias como missão inglória. Longe da função desde os 30 anos, Mauri havia passado por diversos times do Brasil e até pela Coreia do Sul como preparador. Mas com o Corinthians a cobrança seria mil vezes maior.

Mauri, preparador de goleiros do Corinthians

Passados quase 10 anos, não só Mauri segue como preparador de goleiros do clube como é um membros da equipe técnica que, com a conquista do Campeonato Paulista de 2017, contribuiu para alcançar dez títulos dentro do período, entre eles o Mundial e a Libertadores. Ambos com participação decisiva e blindagem do gol de Cássio.

“É preciso acentuar as dificuldades
para que na hora H
tornem-se uma facilidade.”

(Mauri, preparador de goleiros do Corinthians)

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