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Fé Alvinegra História em Preto e Branco

História em
Preto e Branco

01 . 09 . 1910

A Fé que une todos os povos

A fé que une todos os povos.

O dia 13 de outubro de 1977, era aguardado ansiosamente por João Roberto Basílio. O ex-meia direita/atacante do Corinthians estava machucado, porém louco para ser incluído na partida decisiva que poderia conferir o título de Campeão Paulista ao time após 23 anos de jejum de grandes conquistas.

O técnico Oswaldo Brandão veio até o ídolo corinthiano e comunicou que nem sequer faria o teste para avaliar se tinha condições de jogo.

Espírita, Oswaldo teria recebido uma espécie de mensagem que dava como positiva a entrada do atleta.

João Roberto Basílio

João Roberto Basílio

13 . 10 . 1977

Resultado:

Aos 36 minutos do segundo tempo,
Zé Maria cobra falta na área e cruza a bola.
Basílio resvala de cabeça, a bola sobra para Vaguinho.
Vaguinho chuta para o gol.

- NA TRAVE!!!!!

O suplício não tem fim, os torcedores beiram
o infarto e ataques de nervos.

A bola volta para a cabeça de Wladimir,
mas o zagueiro Oscar, da Ponte, salva a
redonda em cima da linha.

Novamente, em outra sobra, desta vez Basílio
chuta forte e a rede balança.

O Corinthians é feito de sufoco, feito de dificuldades, mas sempre se supera e dá alegria aos que fazem o time ser grande como sempre será

"O Corinthians é feito de sufoco, feito de dificuldades, mas sempre se supera e dá alegria aos que fazem o time ser grande como sempre será"

(Basílio, ex-meia direita/atacante do Corinthians)

Edson Ataliba Cândido

Edson Ataliba Cândido

Se para Basílio era impossível ter a dimensão da importância daquele título para o torcedor e para a história do clube, para o ex-jogador Edson Ataliba Cândido, de 61 anos, a democracia corinthiana também era impossível.

O ex-ponta foi um dos cânones absolutos de um período dourado do Corinthians que serviu não só para garantir vitórias, como os dois campeonatos paulistas seguidos de 1982 e 1983, mas para assegurar uma postura política em um tempo que imperava a ditadura no Brasil.

Sócrates foi a ponta de lança de uma ideia que fundia futebol e política. Foi algo raro e inovador para a época e nós abraçamos a ideia.

"Sócrates foi a ponta de lança de uma ideia que fundia futebol e política. Foi algo raro e inovador para a época e nós abraçamos a ideia".

(Ataliba, ex-ponta direita do Corinthians)

Paulo Villela Gini Homero Cesar Rodrigues

Paulo Villela Gini
Homero Cesar Rodrigues

Paulo Villena Gini sabe bem o que é essa emoção.

São mais de 800 obras de arte em forma de camisas que narram de modo cronológico o avanço e evolução do Coringão pela história do futebol.

O objeto têxtil de maior idolatria é, justamente, a camisa do Basílio, que fez o único gol contra a Ponte Preta, em 1977, e garantiu o título paulista ao Corinthians depois de um jejum de 23 anos.

É a principal camisa do time, um marco para a torcida.

"É a principal camisa do time, um marco para a torcida".

(Paulo Gini, colecionador de camisas)

Fé Alvinegra

Fé Alvinegra

Assim como Gini, desde muito cedo
Homero Cesar Rodrigues criou o hábito
de colecionar uma enormidade de objetos.
A partir de 2000, em uma arrumação geral encontrou
um baú que continha 20 camisas do Timão guardadas
há décadas.

Em 2010, Homero reiniciou a coleção
de camisas do Corinthians.

Cerca de cinco anos depois o colecionador reuniu
uma quantidade absurda de mantos sagrados que
vestiram os jogadores desde os anos 1950.

O senhor de 73 anos criou um templo, no andar
de cima do seu restaurante self service, no qual
todo dia é Dia do Corinthians cercado por
praticamente todos as vestes que passaram
pela trajetória do clube.

Boa parte do público que visita este museu
informal é a própria clientela do restaurante que
chega a receber a média de 12 mil pessoas por mês.

A doença de colecionar é um hábito que não acaba nunca

"A doença de colecionar é um hábito que não acaba nunca"

(Homero Rodrigues, colecionador de camisas)

Antônio Carlos KUKE

Antônio Carlos “KUKE”

Nunca mesmo, diria Antônio Carlos “Kuke”.

De 1984 para cá, Kuke tem todos os gols do
Corinthians gravados em VHS e arquivos digitais.
A metodologia do fanático consiste em apertar
o REC em todas as transmissões feitas por canais
abertos e fechados, além de programas que debatem
futebol ou exibem melhores momentos do time.

Marcelinho Carioca, Neto, Wladimir, Vampeta,
são apenas alguns dos craques que bateram
à porta de Kuke atrás de DVDs que reunissem
registros dos gols feitos com o manto alvinegro.

Se acabasse aqui já seria impressionante.
Contudo, sabe aquele gol que o Sicupira marcou
em 1971 contra o Ceará, no Pacaembu? Sabe não?
Ou então Corinthians e Bayern de Munique,
de 1959? Melhor, Corinthians e Santos de 1948?
Corinthians e Trinidad e Tobago de 1982?
Não tem erro, o Kuke tem.

Nenhum cara no mundo grava um time de futebol há 30 anos como eu. Se existe alguém, está muito escondido.

"Nenhum cara no mundo grava um time de futebol há 30 anos como eu. Se existe alguém, está muito escondido."

(Antônio "Kuke", grava todos os gols e jogos do Corinthians em VHS)

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