Raça dentro e fora do campo.

Raça dentro
e fora do campo.

01 . 09 . 1910

A Fé que une todos os povos

A fé que une todos os povos.

Imagine o seguinte cenário: lá está você, moleque de tudo, tarado pelo Corinthians, brincando de pelada com gol feito de chinelo e capotão murcho, indo de escolinha em escolinha de futebol, antenado em qualquer peneira para evoluir e ser aceito na base de alguma equipe.

Depois de muito esforço, você passa pela orientação de vários treinadores e ascende até o Sub 11 do Timão. Anos no futuro, você alcançou o Sub 17 e está prestes a virar boleiro.
Quando cai a ficha, você está em um estádio com 40 mil pessoas cobrando desempenho e empurrando você para frente através de uma massa sonora ensurdecedora.

Guilherme Arana

Guilherme Arana

13 . 10 . 1977

E agora? Você é o torcedor que cresceu jogando em campinho de terreno baldio ou o profissional que precisa entregar resultados com paixão pela camisa?

Guilherme Arana, 20 anos, é simplesmente – ou complexamente – um híbrido dos dois casos. Natural de Sapopemba, Zona Leste, sempre foi corinthiano e subiu todas as categorias de base do Timão. Hoje convive com o dilema de ser um jogador que torce.

Cria da casa alvinegra que vivia brincando na rua, soltando pipa e brilhando os olhos diante da telinha quando via os ídolos beijando o símbolo do Corinthians depois de fazer a rede balançar.

Guilherme Arana, lateral-esquerdo do Corinthians

“Ter a experiência de entrar em campo
com o estádio inteiro te aplaudindo
é uma satisfação imensa.
Assim como eu admirava os jogadores
quando era menino, hoje sou visto
pela criançada e isso é indescritível.”

(Guilherme Arana, lateral-esquerdo do Corinthians)

Atletas Maycon, Pedrinho, Guilherme Mantuan e Gustavo Mantuan

Maycon
Pedrinho
Guilherme Mantuan
Gustavo Mantuan

O que você quer ser quando crescer? O que para muitos é um clichê infantil vira realidade para um seleto grupo de indivíduos talentosos que persistem, da base da sociedade, dos terrões da vida, até o patamar profissional, onde há o reconhecimento e a admiração que cada boleiro tem direito.

Sobre os pés da nova geração recai a responsabilidade de tocar o legado do Corinthians adiante. E é da massa que esses jovens jogadores fazem parte.

Pedro Victor da Silva, o Pedrinho, 19 anos, começou na escolinha de futebol do próprio pai em um terrão de Maceió, Alagoas. No campinho, o domínio da bola e as jogadas eram mais difíceis. Mudou-se para São Paulo para jogar no Sub 15 do Corinthians. Forjado em áreas de treino de pouca estrutura, Pedrinho é a prova de que situações árduas servem para engrossar a casca do atleta.

Pedrinho, meia do Corinthians

Quando Pedrinho morava no Nordeste, apenas pensava na torcida corinthiana como algo grande. Ao vê-la ao vivo percebeu que era ainda maior do que cabia na imaginação.

“Entro no estádio cheio e me arrepio.
Ser da nova geração é lutar para brilhar com a camisa e ser
o próximo ídolo da torcida.”

(Pedrinho, meia do Corinthians)

Volante Maycon de Andrade

Já o volante Maycon de Andrade, 20 anos, é do lar do Corinthians. Sim, porque nada mais justo que alguém nascido no Itaquera, fã de Ronaldo Fenômeno, para entrar em campo defendendo o Timão.

Ele tem a rara oportunidade de fazer aquilo que muito torcedor daria um braço para fazer: interferir nas partidas do time do coração, dar o sangue para fazer a equipe vencer.

“A torcida do Corinthians
é apaixonante. Parece que
grita mais quando o time está perdendo
do que quando está ganhando.
É como combustível para o jogador.”

(Maycon, volante do Corinthians)

Gui Mantuan, volante do Corinthians

A dupla de irmãos Mantuan – vinda do ABC Paulista, onde assistiram a diversos jogos de várzea na companhia do pai – galgou e ainda percorre todos os estágios para chegar ao futebol profissional.

Guilherme, 20 anos, volante do elenco, passou por diversos times de futsal até chegar ao futebol de campo do Corinthians e garantir uma vaga.

“Estudava de manhã e depois ficava
no clube até às dez da noite treinando.
É uma responsabilidade prazerosa
representar o Corinthians.”

(Gui Mantuan, volante do Corinthians)

Gu Mantuan, meia-atacante do Corinthians

Já Gustavo, meio campo do Sub 17, está desde os seis anos no elenco de futsal do clube e mal vê a hora de seguir os passos do irmão mais velho e chegar ao time principal.

“Almoço
e janto
Corinthians.”

(Gu Mantuan, meia-atacante do Corinthians)

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