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Fé Alvinegra Mulheres de garra

Mulheres de garra

01 . 09 . 1910

A Fé que une todos os povos

A fé que une todos os povos.

Ao ver uma mulher ou um grupo de mulheres rumo à arena ou ao vê-las pela televisão roendo as unhas antes de uma grande jogada, você é daquele tipo que se pergunta: “É a primeira vez delas no estádio?” Em primeiro lugar: é injusto pressupor que apenas homens lerão essa frase.

No entanto, a causa é nobre: porque o objetivo é deixar explícito em letras garrafais algo que emana do público feminino que frequenta estádios e curte futebol:

Lugar de mulher também é no estádio, no campo, no apito, nos comentários, em qualquer esfera do esporte mais amado do país.

Lugar de mulher também é no estádio, no campo, no apito,
nos comentários, em qualquer esfera do esporte mais amado do país.

Torcedoras Corinthians

Torcedoras

A trajetória do Corinthians é marcada pela miscigenação. Todas as mulheres são bem-vindas e as portas sempre estarão abertas.

Porque aqui é Corinthians.
O time do povo.

Que, aliás, possui esse apelido não só por ser numericamente expressivo, mas porque recebe pessoas de origens, classes, cores, etnias e credos diferentes.

Torcedoras na Arena Corinthians
“Futebol transcende o ato de torcer, é algo social. Se você não sabe conviver entre iguais, você não está preparado para o futebol.”

“Futebol transcende o ato de torcer, é algo social. Se você não sabe conviver entre iguais, você não está preparado para o futebol.”

(Fernanda, torcedora do Corinthians).

Torcedoras Natasha Rosseti e Ana Luiza Zarif

Natasha Rosseti
Ana Luiza Zarif

O Timão proporciona uma espécie de homogeneização que planifica contrastes aparentemente incontornáveis. Vide a aproximação cultural entre as amigas Natasha Rosseti, 25 anos, descendente de família judia vinda do Leste Europeu, e Ana Luiza Zarif, 25 anos, descendente de árabes católicos do Líbano e Síria. Esses costumes distintos, que no geral são famosos pelas faíscas que soltam toda vez que entram em contato, ficam apagados no caso das amigas que se conheceram graças ao Corinthians. O Timão tornou-se um elo impossível de se desvencilhar entre as duas.

Torcedoras Polaroid
Jogadoras do Corinthians-Audax

Jogadoras do
Corinthians-Audax

Se é para driblar as barreiras, as jogadoras de futebol feminino do Corinthians-Audax são os maiores exemplos. A Arena Barueri é o palco onde o time dá espetáculo disputando as principais competições regionais, como o Campeonato Paulista, nacionais, como o Campeonato Brasileiro Feminino, e internacionais, como a Copa Libertadores da América.

Pela arena caminha uma titã da modalidade.
Vinda de Brasília, Grazielle Pinheiro Nascimento, de 36 anos, já disputou o Pan-Americano,
os Jogos Olimpícos, o Mundial e o Sul-Americano,
além de várias competições brasileiras.
A experiência da meia deixa a de muitos profissionais masculinos no chinelo.

“Comparado ao que vivíamos no passado, o reconhecimento do futebol feminino aumentou bastante, mas, obviamente, precisa melhorar em relação à infraestrutura e suporte da torcida.”

“Comparado ao que vivíamos no passado, o reconhecimento do futebol feminino aumentou bastante, mas, obviamente, precisa melhorar em relação à infraestrutura e suporte da torcida.”

(Grazi Pinheiro, volante do Corinthians-Audax)

Jogadoras Futebol Feminino

O machismo ainda é uma das principais razões do engessamento da modalidade no país. O ponto-chave para atingir o cume esportivo é a valorização.

“A base é praticamente inexistente. Basta ver a dificuldade em se conseguir meninas para o sub-17 para disputar torneios como o sul-americano.”

“A base é praticamente inexistente. Basta ver a dificuldade em se conseguir meninas para o sub-17 para disputar torneios como o sul-americano.”

(Paula Santiago, lateral do Corinthians-Audax)

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