Juliana Luna

Juliana Luna

FLUENTE EM NEGRITUDE GLOBAL

Juliana Luna é uma mulher em quem o título “cidadã do mundo” cai como uma luva. A ativista – atriz, bailarina, modelo,
entre outras coisas – que conheceu Barack Obama e Nelson Mandela, nasceu em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Ainda no primeiro ano de vida, foi morar na Bolívia. Depois vieram Chile, Argentina, Peru, Itália e Estados Unidos,
sem falar das temporadas que já passou na África do Sul e Nigéria.

Praticamente alfabetizada em espanhol, aprendeu até quéchua e xhosa. Hoje, se dedica ao iorubá, idioma originário da
Nigéria e do Congo, vínculo poderoso com a ancestralidade africana. Mas a maior lição absorvida durante essa
juventude nômade foi justamente a ligação com a raiz cultural de cada lugar por onde passou.

Toda essa vivência de Luna transparece em seu ativismo multiplataforma e projetos de empoderamento feminino, como sua
disputada oficina de turbantes e o Tribe Bohemian, que ajudou a fundar para conectar e inspirar mulheres no mundo
todo. Uma das formas de traduzir seu trabalho é dizer que Juliana é um ponte cultural entre Brasil, Nigéria e Nova York.

Julina Luna Multicultura ao Autoconhecimento

DA MULTICULTURA AO AUTOCONHECIMENTO

Às vezes, não se encaixar é o melhor dos sinais

“Eu sempre me senti diferente de tudo e de todos. Quando eu era mais nova, muitos amigos
perguntavam por que eu era tão estranha. Aí, comecei a desenvolver a minha personalidade através
dessa minha esquisitice.”

REVOLUÇÃO

Big Chop: o estopim de uma transformação pessoal

“Ser revolucionária é existir com princípios.”

“Eu tinha uns 16 anos quando raspei a cabeça, e isso me trouxe outra perspectiva sobre
mim. A partir do momento em que raspei, eu comecei a entender o processo que é você existir como você
existe, sem tentar mudar ou fingir ser algo.”

O MUNDO HOJE

A mudança já está acontecendo. Pode acreditar

“A gente está num momento muito importante, no planeta todo, de entendimento, sabe? É tipo um
‘acorda aí!’, as pessoas estão muito mais questionadoras.”

Juliana Luna Ser Mulher

SER MULHER

Autoestima: não saia de casa sem ela

“A gente vem mudando porque resolveu não ter mais medo da nossa própria voz, do nosso
próprio poder, da nossa própria expressão.”

“Minha missão é que eu consiga existir além das fronteiras culturais e sociais. Para mim, essa coisa
da segregação é muito limitadora.”

Juliana Luna São Paulo

São Paulo

A maior força criativa nasce dos choques mais improváveis

“É um lugar onde a expressão realmente é muito livre, você vê os estilos diferentes nas
ruas. Eu gosto disso. São Paulo para mim tem essa magia.”

Juliana Luna com seu Air Max JewellComprarComprar

SNEAKERS

Sempre na mala, não importa o próximo destino

“Estilo para mim depende bastante da relação com a história que quero
contar. Então, tem sido bastante inspirador poder usar também o sneaker
como um elemento dessa expressão.”

Juliana Luna explorou o centro de São Paulo com seu Air Max Jewell.

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