Entrevista Nike Run: como é a experiência de correr na rua?
Conheça as experiências individuais dos corredores da Nike São Paulo Run
As corridas de rua da Nike reúnem milhares de pessoas do Brasil que são movidas pelo esporte, seja como um hobby, um estilo de vida ou uma atividade profissional. Na última edição, em São Paulo, os corredores mostraram, na entrevista Nike Run, que a modalidade é plural: permite que todos pratiquem a partir de suas individualidades.
Que a corrida em São Paulo é algo popular, você já imagina. Porém, como ela impacta a vida das pessoas? A seguir, descubra as diferentes perspectivas dos participantes a partir dos depoimentos da entrevista Nike Run!

O que leva as pessoas ao interesse pela corrida?
Ao observar a quantidade de participantes da Nike São Paulo Run, é difícil imaginar os motivos individuais que levam cada um a se inscrever. Superação de desafios, melhora na performance, busca pelo estilo de vida ativo e experimentação de um novo esporte podem ser algumas das razões.
Para Bruno Santos, morador da Zona Norte de São Paulo, a prática é uma alternativa de voltar ao esporte depois de uma lesão. “A corrida me proporcionou desafiar meu próprio corpo. Diferentemente de outros esportes coletivos, ela te conecta com você mesmo”, conta.
Já para Dayane Serra, a conexão também acontece com os outros participantes. "O que me motivou a começar a correr é a conexão que eu tenho com as pessoas dentro da corrida. Parece que corremos sozinhos, mas, quando estamos junto com o pessoal, entendemos que é um esporte individual, mas, ao mesmo tempo, coletivo. A corrida representa toda a parte de comunidade".
Além disso, a saúde é mais uma razão para a iniciação na modalidade, já que ela proporciona diversos benefícios. A bióloga Lidia Yamamoto, por exemplo, começou a correr para controlar o nível de colesterol e a pressão alta, além de reduzir a ansiedade. Esse quadro psicológico também motivou a advogada Leticia Satie, que enfrentava uma depressão e viu no esporte uma forma de se recuperar.
A ansiedade é um fator comum para o servidor público Rodrigo Viana, que a usou como um pontapé para se superar a cada treino. "A corrida é uma forma de botar para fora a ansiedade, de regular as emoções e manter a saúde em dia. [...] Principalmente, é uma forma de estar bem consigo mesmo, de autoestima, de disciplina, de ‘você consegue’. Quando você se propõe a fazer alguma coisa, você cumpre. Você vai e faz".
Inclusão no esporte
Durante a entrevista Nike Run, Rodrigo conta que a corrida tem um significado maior para ele: a preparação para quando perder a visão. "Eu tenho uma doença chamada retinose pigmentar que vai se degenerando aos poucos. Aí, vai ser meu maior desafio: continuar correndo após perder a visão. Não vai ser por causa da doença que eu vou deixar de fazer aquilo que eu mais gosto, que é correr".
Essa é apenas uma das condições enfrentadas por quem corre, já que o esporte é inclusivo e praticado por pessoas com diferentes doenças e deficiências. Cada vez mais, a participação é incentivada. Com isso, a comunidade de corredores se fortalece e se apoia durante os treinos e as provas.
A bióloga Lidia é um exemplo de ponto de apoio por ter corrido com uma amiga com diagnóstico de câncer ósseo. “Ela foi desenganada pelos médicos de que ela nunca ia poder correr. Quer dizer, andar — e quanto mais correr. Nós fizemos uma prova juntas de 15 km e conseguimos provar ao médico que ela é capaz de correr”, conta.

Caminhos que levam à corrida de rua
A corrida nem sempre é o primeiro esporte praticado pelos participantes do evento. Geralmente, demais modalidades despertam o interesse em explorar outras possibilidades, ou levam à necessidade de uma mudança de rota. No caso de Bruno, por exemplo, ela se tornou uma alternativa depois da recuperação de uma lesão no futsal.
Dayane, por sua vez, corre desde os 9 anos por conta da rotina no basquete. Posteriormente, ela migrou de esporte por completo. Há quem ainda tenha passado por mais categorias esportivas antes de chegar até a corrida, como a pernambucana Maria Nazaré.
"A minha filha mais velha me deu um voucher de presente de um grupo de pilates e lá eu fui me envolvendo. Comecei no pilates, fui para a musculação, depois eu comecei na corrida e estou até hoje. Hoje, acho que é um respiro, sabe?", comenta.
Trajetórias que partem da corrida
A corrida da Nike e os treinos diários fazem parte do processo de melhora de performance de alguns corredores, que desejam ir mais longe e até mesmo participar de eventos internacionais. Berlim, Punta del Leste, Boston, Orlando e Nova Iorque são alguns destinos dos sonhos — que podem virar realidade com a preparação adequada.
Para isso, é preciso dedicação e resiliência, aumentando gradativamente as distâncias percorridas. Quem geralmente começa com os 5 km, pode seguir para os 10 km após ganhar confiança. Posteriormente, é possível alcançar um novo nível de superação com o desafio dos 21 km. Dayane, por exemplo, correu uma meia maratona pela primeira vez depois de uma cirurgia do ligamento cruzado anterior (LCA) no joelho.
"Depois de oito meses, eu consegui fazer 21 km com 21 mulheres. [...] Se a gente tem um corpo, a gente pode se movimentar. Ali, eu senti de verdade que eu tinha voltado", compartilha durante a entrevista Nike Run.
O que os corredores priorizam na corrida?
Afinal, o que os corredores da Nike Run têm em comum? Todos eles buscam conforto durante os treinos e as provas. Para isso, eles contam com tênis adequados para o esporte. Cada modelo de calçado tem tecnologias que atendem às necessidades particulares de cada atleta, como nos quesitos suporte, flexibilidade e amortecimento.
Para Dayane, que operou o joelho, o amortecimento e a leveza são critérios essenciais. Eles passam a sensação de não estar usando um tênis. "Para mim, o melhor tênis da Nike é o Infinity Run 4. Parece que você não está com ele no pé, é um tênis que eu não consigo tirar. [...] É um tênis até para o dia a dia mesmo, e eu não sinto dor com ele, já que o amortecimento é muito bom”.
Maria Nazaré destaca a sensação de aconchego que o tênis precisa proporcionar. "Durante a prova, você sente a maciez, até mesmo o impulso. Então, é bem legal essa parte de tecnologia que envolve o tênis, como o último que eu provei. Eu experimentei o Pegasus 41. Inclusive, tive que comprar um, porque assim que experimentei nos treinos, eu me encantei".
As tecnologias fazem toda a diferença no design dos tênis, pois elevam a qualidade e a durabilidade. “Óbvio que, com o tempo, adquirindo algumas técnicas, você procura mais tecnologia e começa a se aprofundar mais no assunto. Mas de cara, sempre o conforto e a durabilidade são importantes, como na aquisição Pegasus Turbo Shield”, explica Bruno Santos na entrevista Nike Run.
De forma geral, o corredor Rodrigo Viana dá dicas do que é essencial em um tênis: a leveza, a minimização do impacto e a estabilidade. Tudo isso contribui para que os pés e os joelhos não sintam desconforto durante o trajeto, principalmente, se o percurso for longo.

Acompanhe o universo da corrida na Nike
Além da entrevista Nike Run, o Journal tem outros conteúdos com experiências e dicas para a corrida de rua. No site, você ainda encontra tênis e roupas adequadas para as provas e os treinos. Caso precise de ajuda, a Nike tem diferentes recomendações neste guia completo.